Olha aí, pra quem já tava acompanhando esse blog aqui no wordpress, voltei pro meu domínio original. É só atualizar os favoritos! ;)
Filed under: pessoal
janeiro 27, 2009 • 2:06 am 0
Olha aí, pra quem já tava acompanhando esse blog aqui no wordpress, voltei pro meu domínio original. É só atualizar os favoritos! ;)
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janeiro 26, 2009 • 1:24 am 0
Esse vídeo do Empire of The Sun é tão maravilhoso que foi o bastante pra eu querer baixar o álbum inteiro – coisa que eu demorei a fazer, pode dizer.
Filed under: música, vídeo, empire of the sun
janeiro 24, 2009 • 4:51 am 1

Sim, a capa acima é um dos vários projetos gráficos do estúdio britânico The Designers Republic, vulgo TDR. Baseado em Sheffield, Inglaterra, o grupo liderado por Ian Anderson fechou suas portas essa semana, por uma série de fatores:
“We’d lost a couple of clients, didn’t win a couple of pitches, got a tax bill which should have been sorted out and wasn’t and a major client who didn’t pay the money they owed us – in themselves any of those things would have been fine but when they come all at once there’s not much you can do.”
Filed under: design, coca cola, design gráfico, the designers republic, warp records
janeiro 23, 2009 • 6:54 pm 0

Fazia tempo que não me sentia incomodado por um trailer de filme de horror, com medo mesmo de assistí-lo, mas Grace conseguiu atrair a minha atenção – e fazer duas pessoas desmaiarem durante a exibição em Sundance. Grace é a história de uma mulher grávida que, após um acidente de carro, passa a carregar um bebê morto na barriga; mas ao dar à luz a criança, ela volta à vida. Leia o resto deste post »
janeiro 21, 2009 • 3:15 am 0
Essa semana comecei um curso bem bacana de estamparia localizada (sim, entre outras coisas, t-shirts!) e estou aqui alucinado fazendo pesquisa de estampas e “linguagem” das camisetas. O legal desses cursos que eu tenho feito (aqui e na Panamericana) desde o ano passado é que o professor dá uma boa base histórica e conceitual pra estamparia, logo, você não só desenha como também pesquisa e troca diversas idéias sobre o assunto.
Gostei muito também desse apanhado de 50 melhores designs pra camisetas, aqui. Outra referência legal pra pesquisar – e que eu nunca prestei atenção com esse olhar, confesso – tá nas ruas, mais especificamente o grafitti, o stencil e a adaptação dessa linguagem em toy art – e claro, nas roupas.
Como sempre, rola uma polêmica sobre a validade de sites como Camiseteria, Threadless e coisas do gênero – mas isso já dava pra notar desde sempre, tem coisas bacanas e coisas horrorosas que passam pela votação. A diferença é que agora eu tô começando a julgar melhor o que não é um projeto legal – ilustra que não se presta a um modelo feminino, cores que “somem” no tecido da camiseta, ponto focal distorcido, e por aí vai.
Filed under: trabalho, carreira, design têxtil, estampas, t-shirts
janeiro 16, 2009 • 9:15 pm 1

Como é que você descreve algo muito estranho, porém tão familiar? Essa é a impressão da minha primeira audição do álbum de Fever Ray, aka Karin Dreijer. O primeiro single, If I Had a Heart, lançado a pouco mais de um mês, tomou ouvidos e mentes de surpresa. Incomum para um artista lançar como single uma faixa tão vazia de apelo “pop”, mas quando se trata de Karin, cujo público “imediato” já se acostumou com a sonoridade esquizóide de The Knife, If I Had a Heart causou comoção e antecipação Internet afora. Estava pronto o terreno para o álbum de Fever Ray.
janeiro 13, 2009 • 4:58 am 0
Quick facts:
Filed under: música, vídeo, fever ray, karin dreijer andersson, the knife
janeiro 13, 2009 • 4:13 am 0
Mal o ano começou e já tenho uma banda pra ficar todo empolgado e ouvir o dia inteiro. O White Lies é “mais uma” da safra de novas bandas britânicas, mas que ao invés de cair na fórmula do art-rock, segue a fórmula já consagrada de bandas como o Interpol e The Editors e aposta na sonoridade do post-punk “apocalíptico” do Joy Division. Tá tudo ali: o clima soturno, o teclado e a bateria cadenciada – que são as marcas registradas desse tipo de som – além do vocal de Harry McVeigh, que por vezes remete ao Ian Curtis, mas cuja influência marcante é mesmo o Ian McCulloch, do Echo & The Bunnymen.
O primeiro álbum, To Lose My Life, já vazou e corre o risco de ser um dos grandes lançamentos do ano. Pra mim foi uma ótima descoberta, viciante como a tempos eu procurava. E particularmente porque a outra grande banda do ano (Franz Ferdinand) passa bem longe do meu radar.
PS: não se surpreenda se você pensar que está ouvindo Arcade Fire enquanto ouve o álbum do White Lies. Eles têm esse poder de soarem maiores do que são ;)
Filed under: música, vídeo, joy division, post-punk, white lies