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Mudança de endereço, de novo

Olha aí, pra quem já tava acompanhando esse blog aqui no wordpress, voltei pro meu domínio original. É só atualizar os favoritos! ;)

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Empire of The Sun – We Are The People


Esse vídeo do Empire of The Sun é tão maravilhoso que foi o bastante pra eu querer baixar o álbum inteiro – coisa que eu demorei a fazer, pode dizer.

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The Designers Republic

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Sim, a capa acima é um dos vários projetos gráficos do estúdio britânico The Designers Republic, vulgo TDR. Baseado em Sheffield, Inglaterra, o grupo liderado por Ian Anderson fechou suas portas essa semana, por uma série de fatores:

“We’d lost a couple of clients, didn’t win a couple of pitches, got a tax bill which should have been sorted out and wasn’t and a major client who didn’t pay the money they owed us – in themselves any of those things would have been fine but when they come all at once there’s not much you can do.”

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Grace

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Fazia tempo que não me sentia incomodado por um trailer de filme de horror, com medo mesmo de assistí-lo, mas Grace conseguiu atrair a minha atenção – e fazer duas pessoas desmaiarem durante a exibição em Sundance. Grace é a história de uma mulher grávida que, após um acidente de carro, passa a carregar um bebê morto na barriga; mas ao dar à luz a criança, ela volta à vida. Leia o resto deste post »

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Camiseteando

Essa semana comecei um curso bem bacana de estamparia localizada (sim, entre outras coisas, t-shirts!) e estou aqui alucinado fazendo pesquisa de estampas e “linguagem” das camisetas. O legal desses cursos que eu tenho feito (aqui e na Panamericana) desde o ano passado é que o professor dá uma boa base histórica e conceitual pra estamparia, logo, você não só desenha como também pesquisa e troca diversas idéias sobre o assunto.

Gostei muito também desse apanhado de 50 melhores designs pra camisetas, aqui. Outra referência legal pra pesquisar – e que eu nunca prestei atenção com esse olhar, confesso – tá nas ruas, mais especificamente o grafitti, o stencil e a adaptação dessa linguagem em toy art – e claro, nas roupas.

Como sempre, rola uma polêmica sobre a validade de sites como Camiseteria, Threadless e coisas do gênero – mas isso já dava pra notar desde sempre, tem coisas bacanas e coisas horrorosas que passam pela votação. A diferença é que agora eu tô começando a julgar melhor o que não é um projeto legal – ilustra que não se presta a um modelo feminino, cores que “somem” no tecido da camiseta, ponto focal distorcido, e por aí vai.

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“we were hungry before we were born”

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Como é que você descreve algo muito estranho, porém tão familiar? Essa é a impressão da minha primeira audição do álbum de Fever Ray, aka Karin Dreijer. O primeiro single, If I Had a Heart, lançado a pouco mais de um mês, tomou ouvidos e mentes de surpresa. Incomum para um artista lançar como single uma faixa tão vazia de apelo “pop”, mas quando se trata de Karin, cujo público “imediato” já se acostumou com a sonoridade esquizóide de The Knife, If I Had a Heart causou comoção e antecipação Internet afora. Estava pronto o terreno para o álbum de Fever Ray.

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MEU!!!

*morri*

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Top 20 – 2008

Top 20 - 2008

Juro que só queria fazer um Top 10 de álbuns, mas taí meu chart de 20 dos que eu mais ouvi no ano passado. Nada muito surpreendente, a não ser que eu ouço coisa velha pra caralho. Uma análise rápida de quem lançou coisa nova em 2008:

  • Ladytron, CLARO, foi a coisa que eu mais ouvi no ano inteiro. Em casa, no busão, no trampo, no computador, no iPod, não importa, Ladytron foi a trilha pra minha vida em 2008;
  • Eu não tenho vergonha de admitir que me vicio rápido por qualquer coisa que remeta a trilhas de videogames 8 bits, vide Crystal Castles;
  • Goldfrapp, essa “divadia”, lançou um álbum mais campestre e floral, e mesmo sem toda a debaucherie de outrora, eu continuo a idolatrando. Que mané Madonna, Goldfrapp FTW!;
  • Lykke Li, surpresa deliciosa da Suécia, foi trilha pra vários momentos legais com melhores amigos. Quero ser melhor amigo dela e aparecer nos vídeos que ela grava em companhia de outros suecos (!);
  • Róisín Murphy eu demorei pra me convencer a ouvir, mas quando baixei, foi “adição” rápida e fatal. Não ajuda muito o fato de que ela posou pras fotos e clipes de divulgação usando Górete Pugui, Viktor & Rolf, entre outros. Claro que eu me tornei fã;
  • Santogold tá junto com Lykke Li na minha lista de hypes quentes que deveriam vir pro Brasil em caráter emergencial. Assim, sério mesmo;
  • Ladyhawke foi minha última descoberta pop, e deve ser entendida também como componente obrigatória da lista acima mencionada. Dusk Till Dawn tem um dos clipes mais divertidos que já vi, e a letra é chiclete puro.

E, na boa, eu ouço muita mulher. Quando rola alguma banda com vocal masculino no meu iTunes é viadagem pura, tipo Hercules & Love Affair/Antony & The Johnsons, e por aí vai.

PS: Björk (com trema) tá ali porque eu fiquei quase 10 meses re-vivenciando o show da mulher na minha cabeça. Aquilo foi muito, mas muito marcante, em vários níveis, e fez 2007 ser menos pior pra mim do que realmente foi.

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Fever Ray – If I Had a Heart

Quick facts:

  • Fever Ray, o projeto solo da Karin Dreijer Andersson – mais conhecida como vocalista do The Knife – promete ser outra das grandes surpresas de 2009;
  • Não dá pra dizer ainda que Fever Ray segue a mesma sonoridade do The Knife, mas lá no fundo você sente que o primeiro álbum dela vai causar crises de terror e ansiedade involuntários, exatamente como o Silent Shout;
  • Fever Ray é Karin, Karin é Fever Ray, e é assim que ela se identifica;
  • Esse primeiro vídeo é diridigo pelo Andreas Nilsson, que não por acaso também dirigiu os vídeos “debut” do White Lies (Death e If I Lose My Life). Coincidentemente, o simbolismo vago e soturno está presente nos três vídeos.

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White Lies

Mal o ano começou e já tenho uma banda pra ficar todo empolgado e ouvir o dia inteiro. O White Lies é “mais uma” da safra de novas bandas britânicas, mas que ao invés de cair na fórmula do art-rock, segue a fórmula já consagrada de bandas como o Interpol e The Editors e aposta na sonoridade do post-punk “apocalíptico” do Joy Division. Tá tudo ali: o clima soturno, o teclado e a bateria cadenciada – que são as marcas registradas desse tipo de som – além do vocal de Harry McVeigh, que por vezes remete ao Ian Curtis, mas cuja influência marcante é mesmo o Ian McCulloch, do Echo & The Bunnymen.

O primeiro álbum, To Lose My Life, já vazou e corre o risco de ser um dos grandes lançamentos do ano. Pra mim foi uma ótima descoberta, viciante como a tempos eu procurava. E particularmente porque a outra grande banda do ano (Franz Ferdinand) passa bem longe do meu radar.

PS: não se surpreenda se você pensar que está ouvindo Arcade Fire enquanto ouve o álbum do White Lies. Eles têm esse poder de soarem maiores do que são ;)

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